quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Notas finais






Chegamos ao fim de mais uma etapa. Decerto, todos nós sentimo-nos contentes por termos conseguido realizar, com sucesso, todas as actividades propostas no contracto de aprendizagem disponibilizado pelo professor desta Unidade Curricular no início do semestre.

Também é verdade, que todos os nossos esforços valeram a pena. A nossa recompensa estará espelhada na satisfação que sentimos quando, doravante, realizamos com maior performance as nossas actividades profissionais.

A aquisição de um punhado bem grande de habilidades que adquirimos ao longo destes meses, num roteiro de conteúdos recheados de “coisas educativas”, nos possibilitarão, indubitavelmente, fazer uma intervenção reflexiva, crítica e ousada no nosso campo de acção, a educação.

Modestamente, sentimo-nos orgulhosos por palmilhar, centímetros por centímetros, este percurso e com o sentimento de dever cumprido, contudo cientes de que este é somente o preludio de uma maratona, onde nossa missão não será outra senão contribuir para melhorar o nível de educação que se deseja nesta aldeia global, nesta sociedade do conhecimento.

Portanto, não temos dúvida de que com o término desta unidade curricular daremos início a uma nova fase que será de ajustes e reajustes de nossas acções, enquanto educadores, neste tempo e nesta era da digitalização.


                                                        José Cruz e Silva
 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Vídeos


                  EDUCAR COM RUBEM ALVES                    
ver aqui

 



“Não há quem fique indiferente às mensagens profundas que aqui são expostas. Elas nos animam cada vez mais a trilhar com ousadia e coragem este árduo percurso. Que bom poder ser um verdadeiro educador e poder, cada dia, ajudar os outros a encontrar um sorriso em cada palavra nossa”.

José Cruz
 




 

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NOVOS PARADIGMAS DA EDUCAÇÃO com MARIO SÉRGIO CORTELLA
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"O que me ensinaram para ensinar já não me interessa mais. Cansei-me. Quero poder compartilhar com os outros as coisas que vou descobrindo ao sabor do tempo. Nós os professores temos que nos preparar para partirmos no jacto da revolução. Vamos propor uma revolução na educação. Vamos desmoronar as velhas escolas e esvaziar o espesso sistema que a sustenta. Vamos edificar a liberdade sobre os pilares do novo mundo".
 
José Cruz

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COMUNIDADES VIRTUIAS DE APRENDIZAGEM

O vídeo apresenta uma panorama do que é efectivamente uma comunidade virtual de aprendizagem. como complemento desta aprendizagem seria interessante ler também o texto “Comunidades Virtuias: sistematizando conceitos” de Eliana Santa Lisbôa e Clara Pereira Coutinho (2001).
      José Cruz
 
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Verbete Wikipédia


O BLOGUE NA EDUCAÇÃO
Deixamos aqui a nossa contribuição na construção do verbete do grupo

VERBETE NA WIKIPÉDIA 

 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

blogue na educação

Depois de termos apresentado o nosso Ensaio, foi-nos proposto a elaboração, em grupo, de quatro verbetes. Divididos os grupos, coube-nos desenvolver o tema: "blogue na educação", de que apresentaremos, a seguir, a versão Zero.


 VERBETE (O BLOGUE NA EDUCAÇÃO)


O Blog

1. Conceito e abrangência

Cunhada pela primeira vez em Dezembro de 1997 pelo norte americano Jorn Barger, a expressão Weblog, ou blog como é popularmente conhecido, designa um tipo de página publicada na internet com entradas controladas por datas em ordem cronológica reversa (do mais recente ao mais antigo), onde as pessoas podem logar, ou seja, entrar, conectar, gravar, escrever sobre díspares assuntos, comentar e transcrever e, por isso mesmo, chamado de “diários virtuais”.

Podendo ser criados, editados e publicados por qualquer pessoa, sem que a mesma possua muito conhecimento técnico, os weblogs são extraordinariamente dinâmicos por apresentarem nas suas estruturas internas poucas subdivisões, comportarem um seguimento de textos curtos chamados de posts(acompanhados de data e hora de postagem) que propiciam uma intensa troca de informações actualizadas frequentemente, e disponibilizarem também um grande número de links para as postagens mais antigas e para outros weblogs e sites. Esta dinâmica é ainda maior quando se associa aos textos, imagens, sons e vídeos, o que os tornam excelentes espaços de compartilha, onde todos os membros da comunidade possam trocar as suas experiências, agir e interagir.

A classificação dos blogs não tem gerado consenso, pois á medida que vão sendo criados e publicados mais blogs na internet, vão surgindo novas tentativas de classificação. Porém, o professor e pesquisador da cibercultura e mídias sociais Alex Primo[1], delineou quatro tipos de blogs: blog pessoal, blog profissional, blog grupal e blog operacional e subdividiu cada um deles em quatro géneros: auto-reflexivo, informativo interno, informativo e reflexivo[2].

O blog pessoal é aquele em que o blogger expõe os seus sentimentos e relata o seu dia-a-dia de forma despretensiosa. O seu principal objectivo é interagir com os outros e, portanto, motivado unicamente pelo prazer de “bloguear”. Ver exemplo

O blog profissional, é escrito por uma pessoa que é especialista em uma determinada área e que atua neste ramo profissional, com reconhecido mérito, independentemente de possuir ou não educação formal neste ramo. Ver exemplo

O blog grupal é produzido por mais de uma pessoa que tenham os mesmos interesses sobre determinados assuntos. Contudo, isto não significa que as opiniões individuais não são atendidas. Cada um pode escrever individualmente e apresentar pontos de vistas diferentes sobre a mesma matéria. Ver exemplo

O blog organizacional é também produzido por mais de uma pessoa, mas aqui, a interação com o exterior, com a audiência, se impõe na criação dos posts. Como membros de uma organização, os bloggers têm a responsabilidade de transmitirem, não os seus pontos de vistas mas os da organização que representam e, portanto, o que deve vir em primeiro lugar é o sucesso da organização. Ver exemplo

Durante o seu processo de evolução, os blogs têm vindo a servir como autênticas ferramentas de expressão quer individual quer colectiva. Constituem, inequivocamente, como ambientes de construção cooperativa e colaborativa de conhecimento e, portanto, como um potencial que perpassa, em cada uma à de sua maneira, todas as áreas de intervenção humana. De facto, prova disto, é o aumento exponencial do número de blogs criados nos últimos tempos. Segundo o site technorati, a web já conta com mais de 200 milhões de blogs em todo o mundo nos mais variados idiomas e sobre uma infinidade de assuntos.

Esta demanda crescente redireccionou a forma de publicação dos Weblogs, que passou da publicação individual para adoptar também a forma de publicação em co-autoria. Constituindo-se como autênticas redes, os Weblogs transformaram-se definitivamente numa comunidade virtual, usualmente chamada de blogosfera.

 

2. Caracterização

Os weblogs apresentam um conjunto de características que os diferencie das demais ferramentas de comunicação online. A especialista em educação Michele de Araújo[3] é de opinião de que os Weblogs devem caracterizar-se por:

Serem extremamente fácil de criar e publicar;

Terem uma estrutura hipertextual, ou seja, trincafiadas de links;

Utilizarem textos usualmente resumidos e bem uniformizados;

Permitirem acesso gratuito do conteúdo ao público;

Serem alimentados por comentários pessoais, partindo de pontos de vista particular;

Serem contextualizados e interpretados através de comentários;

Estarem permanentemente a ser actualizados;

Possuírem a mobilidade de ligação com outros textos;

Dadas as suas características, os weblogsapresentam-se como verdadeiros armazéns de informações e extraordinários espaços virtuais de compartilha.

3. O blogue na educação

As ferramentas tecnológicas impuseram um rumo transformacional das sociedades modernas. O aparecimento e a expansão acelerada das tecnologias de informação e comunicação têm revolucionado completamente o pulsar das pessoas e das instituições. No âmbito da educação, estas tecnologias vem ganhando terreno e é possível conjecturar a quantidade de situações e contextos onde a sua utilização pode gerar oportunidades para mudança nas relações de ensino e aprendizagem, tornando-as mais personalizadas sociais e flexíveis[4]. Inserem-se, neste contexto, os blogs, como sendo importantes ferramentas comunicacionais e de interacção, potencializadores de um ambiente excepcional de aprendizagem colaborativa.

A aprendizagem colaborativa pressupõe interacção, onde o educador ao mesmo tempo que ensina aprende, questiona sobre a sua prática. Da mesma forma o educando ao mesmo tempo que aprende, procura respostas ás suas duvidas e incertezas e portanto ensina.[5] Esta forma livre de ensinar e aprender promove o trabalho colectivo, onde professores e alunos são parceiros de aprendizagem. Uma parceria num processo em que todos ensinam e aprendem.[6]

A evolução dos blogues tem concorrido não só para exibir novas criatividades, mas também, e sobretudo, abrir novas potencialidades em termos comunicacionais e em termos pedagógicos. E, portanto, a exploração do blog na educação pode ocorrer-se em duas vertentes distintas: a exploração do blogue enquanto recuso e a sua exploração enquanto estratégias pedagógicas.

3.1. O blogue como recurso pedagógico

Enquanto recurso, o blog pode apresentar duas abordagens. Numa primeira abordagem pode se assistir à sua utilização, alheio à escola e muitas vezes, à margem do âmbito escolar. Ou seja, o professor recorre-se de um ou mais blogs criados em outros contextos por profissionais credíveis, contendo informações pertinentes sobre a disciplina que lecciona e apresenta-o como uma fonte para consulta dos alunos. Comumente são blogs não institucionais, criados a nível pessoal que, no entanto, fornecem matérias importantes e confiáveis. Contudo, pode-se encontrar um grande número de blogs que não possuem uma identificação clara de seus autores e, portanto, é imprescindível que os professores, antes de indicarem blogs não institucionais aos alunos, façam uma análise cuidadosa da cientificidade do seu conteúdo. Uma outra abordagem consiste na criação do blog pelo próprio professor ou então por um grupo de professores onde expõem as informações, os materiais de trabalho, o programa e as bibliografias das disciplinas que leccionam. Portanto, nestes casos, são os próprios professores que dinamizem o espaço e os alunos assumem uma posição relativamente passiva, cingindo-se apenas na leitura das informações dos posts. Podem, casualmente fazer comentários de algumas mensagens ali postadas[7].

3.2. O blogue como estratégia pedagógica

Enquanto estratégia de exploração pedagógica, o desenrolamento do blog deverá estar a cargo dos alunos. A vida do blog gira á volta dos mesmos, que o alimenta com informações, ilustrações e comentários. São eles próprios autores e co-autores do espaço. Portanto, aqui o objectivo principal não é a criação de condições de acesso á informação postada pelos professores mas sim que os próprios alunos exploram todas as suas potencialidades através do blog, desenvolvendo actividades que os possibilita programar os objectivos e construir as competências que pretendem fomentar e fortalecer. Ao professor cabe o papel de orientador. Explorados desta forma, os blogs transformam-se em verdadeiras estratégias de ensino e aprendizagem, espaços para despertar nos alunos o espirito de pesquisa, de reflexão e de autonomia

 
 

Referencias:

ARAUJO, M.C.M.U. Potencialidades do Uso do Blog em Educação. 2009. 207 f. Dissertação (mestrado em educação) - Universidade Federal do Rio Grande do norte – PPGED/UFRN., 2009, Natal

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 25ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.

GOMES, M. J. & LOPES, A. M. Blogues escolares: quando, como e porquê? Crie: Centro de competências CRIE da ESE de Setúbal, 2007, 117- 133

GUTIERREZ, S. S. Projeto  Zaptlogs: as tecnologias educacionais informatizadas no trabalho de educadores. In: Novas tecnologias na Educação, CINTED-UFRGS, V.1 Nº2, Setembro, 2003, Poto Alegre

PRIMO, A. Blogs e seus géneros: avaliação estatística dos 50 blogs mais populares em língua portuguesa. In: congresso Brasileiro de ciências da comunicação, 31., 2008, Natal

VALENTE, C. Second Life e Web 2.0 na educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias. São Paulo: Novatec Editora, 2007.

 



[1] Primo, A. (2008).
[2] Araújo, M. (2009).
[3] Araújo, M. (2009)
[4] Valente, C. (2007)
[5] Gutierrez, S. (2003).
[6] Freire, P. (2002).
[7] Gomes, M. J. & Lopes, A. M. (2007)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Aprendizagem Online


Um olhar sobre

O PROCESSO DE ENSINO NUM CONTEXTO DE APRENDIZAGEM ONLINE (Anderson, 2004)

                                                                                                                   A PRESENÇA DE ENSINO

Contrariamente daquilo que muitas pessoas pensam, aprender e ensinar num contexto online não tem muita diferença com o modelo de ensino e aprendizagem tradicional, ou seja, aquele que usualmente chamamos de ensino presencial. É óbvio que existem algumas particularidades que definitivamente marcam uma espécie de ruptura entre os dois. Contudo, expressando de outra forma, o novo e o velho se convivem pacificamente na diferença. No ambiente presencial é muito valorizado o contacto e a interacção dita “olha no olho”. Num ambiente online, as variáveis tempo e espaço são tidas como o cântico da sereia. A flexibilidade de poder aprender sem estar condenado e aprisionado entre quatro paredes e o não cumprimento de um horário extremamente rígido constituem, sem dúvida, características sui generis desta modalidade de ensino. A utilização dos formatos multimédia para a concepção de ambientes colaborativos de aprendizagem, tornou mais atractivo a aprendizagem com recurso à internet, sem contar ainda que, este modelo revolucionou todo um sistema que durante séculos manteve reservado a poucos e, portando, escancarou as portas do mundo, democratizou o ensino e a aprendizagem, demolindo completamente as fronteiras físicas e geográficas. Estes e tantos outros atributos, têm sido considerados argumentos plausíveis para que a EaD se tornasse, em nossos dias, um dos meios mais procurados para se aprender. Porém, em situações normais de ensino aprendizagem, tal como em regimes presenciais, os conteúdos são devidamente negociados, as actividades são muito bem planeadas e a avaliação da aprendizagem rigorosamente aplicadas.

Garrison, Anderson e Archer (2000), desenvolver uma modelo para ensinar e aprender online, o chamado modelo de “comunidade de aprendizagem”. Para estes autores a existência de três tipos de presenças (presença social, presença cognitiva e presença de ensino) são fundamentais para se efectivar uma aprendizagem profunda e significativa.

Presença cognitiva – esta presença ocorre num ambiente que estimula o desenvolvimento das capacidades do pensamento crítico. O aluno é induzido e estimulado a desenvolver um conjunto de habilidades cognitivas que o projecta em determinados conteúdos.

Presença social – é imprescindível que se crie um ambiente onde os aprendizes se sintam á vontade. Para se poder falar de uma aprendizagem colaborativa em ambiente virtual na sua essência, os intervenientes devem se sentir livres para se expressarem os seus pontos de vista sem receios de qualquer tipo de represálias (por exemplo a avaliação negativa). É importante que se crie um ambiente onde todos possam ouvir e serem ouvidos e onde o respeito pelas opiniões sejam palavras de ordem.

Presença de ensino – não mais importante, contudo extremamente complexo, o professor deve desempenhar cabalmente o seu papel e, a verdadeira presença de ensino implica necessariamente:

1.       Concepção e organização das experiências de aprendizagens que ocorrem em momentos diferentes, ou seja, antes e durante da organização e do funcionamento da comunidade de aprendizagem;

2.       Implementação de actividades que promovem a liberdade para que se discutem os assuntos entre todos os intervenientes do processo de ensino e aprendizagem (alunos e alunos, alunos e professores, individualmente ou em grupo);

3.       Exigência sobre a figura do professor que deva extrapolar os limites, indo muito mais de que um orientador das práticas educativas. É lhe requerido que seja capaz de, usando a sua expertise, fazer emergir novos conhecimentos que serão compartilhados com os seus alunos.

Para solidificar a presença do ensino é importante que o professor:

ü  Conceba e organiza os conteúdos dos cursos, das actividades de aprendizagens e a sua respectiva grelha de avaliação;

ü  Negocia os conteúdos do programa e as actividades como forma de aumentar a autonomia dos alunos e manter também um certo nível de controlo;

ü  Motiva, orienta e apoia a aprendizagem dos seus alunos com recursos a avaliação formativa constantes como forma de fazer um acompanhamento pontual dos mesmos;

ü  Crie a possibilidade dos alunos se aperceberem de quão importante é a sua motivação pessoal sobre os conteúdos e as actividades a realizar para que o seu sucesso seja efectivamente garantido;

ü  Aposta na “interacção didáctica guiada” que possibilitará a apresentação dos conteúdos de uma forma nova e deferente, num estilo conversacional. Este estilo auxilia o aluno a identificar-se de forma personalizada com o professor;

ü  Cria recursos de aprendizagem interactivos e ambientes de aprendizagem colaborativa;

ü  Propõe prazos de elaboração e entrega de tarefas que são realizadas individualmente ou em grupos

 

Segundo Anderson, as várias pesquisas no campo da aprendizagem online, têm proporcionado dois modelos que se concorrem entre si, cada um com a sua plateia de simpatizantes e cada um sustentado pelo seu próprio postulado teórico.

O modelo de comunidade de aprendizagem aposta fortemente na criação de uma sala de aula virtual, com ambiente de aprendizagem que privilegia a comunicação síncrona e assíncrona. A versão sincrónica tem a pretensão de se assemelhar com uma sala de aula de regime presencial, mas por outro lado, quase que “obriga” os alunos a estarem todos no mesmo horário para se poderem comunicar e, esta situação pode agravar quando os alunos são de países e regiões com fusos horários diferentes. A versão assíncrona da sala de aula virtual tem a particularidade de colmatar esta questão do horário, mas também pode proporcionar uma maior dificuldade no tocante á coordenação, fazendo com que os alunos se sentirem um tanto quanto dispersos um do outro, limitando a interacção.

O outro modelo de aprendizagem online, é o chamado modelo de estudo independente, em que o estudante realiza de forma sólida as suas actividades e tem o controlo sobre o seu próprio ritmo de aprendizagem. Este modelo enfatiza o trabalho de grupo e a aprendizagem colaborativa.

Para Anderson, felizmente, é possível conciliar estes dois modelos, ou seja, as actividades síncronas, assíncronas e de estudo independente, todos reunidos num único curso só. Assim, para este autor, os professores devem conceber e organizar o contexto de aprendizagem online que permita mesclar todas as versões e adequá-las as necessidades dos estudantes, às competências e estilo do professor e á capacidade técnica e institucional.

Um outro factor importante para a presença do professor é a forma como encarna o seu papel de facilitador do discurso. O crescimento intelectual do estudante acontece se este tiver a capacidade de produzir o seu próprio argumento para debater, expor suas ideias, construir e reconstruir os seus pontos de vista, criticar, corrigir e compartilhar. O professor deve estar ciente para apoiar regularmente os estudantes, orientá-los nesta caminhada quer seja de forma individualizada quer quando estão trabalhando em grupos.

Portanto, segundo Anderson, uma das tarefas mais importantes do professor que trabalha como ensino online é a de criar um clima de grande confiança nos seus alunos, para que estes podem sentir seguros e motivados para a aprendizagem. se os alunos não se sentirem seguros terão grandes dificuldades em se expressar nos post e nos fóruns de actividades.(…)